08 maio 2010


esta noite, gustav mostrou-me o que escreveu, durante a tarde. estivemos uma hora a chorar, os dois, sem trocar uma palavra.

alma mahler

2 Comments:

Blogger JB said...

Como eu percebo a Alma. A mahler e a outra. Ele há coisas comovedoramente bonitas. Muito comovedoramente.

sábado, maio 08, 2010 10:19:00 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Como canta o Camané, 'sei de um rio, até quando'?

Ainda se morre de amor, como nos tempos de Alma e Franz.

Ainda se sente, na música e no resto, um sopro divino, uma sinfonia cósmica, um sentido.

Ainda se vive de amor, pelo amor e para o amor. Mesmo quando não parece. Ou não apetece.

gi.

sábado, maio 08, 2010 10:26:00 da tarde  

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