30 junho 2007

quando o lirismo é arrebatador, as lágrimas são arrebatadas palmas


'mas no fim da noite, aos pedaços, quase sempre voltam pros braços, de suas pequenas, helenas'

6 Comments:

Blogger Abssinto said...

Ouro...

domingo, julho 01, 2007 6:20:00 da tarde  
Blogger Mateso said...

Belos poemas ouvidos em outros tempos, espaços repetidos de melodias sempre vivas...
Bj.

domingo, julho 01, 2007 6:54:00 da tarde  
Blogger un dress said...

ai.que...!!

domingo, julho 01, 2007 11:26:00 da tarde  
Blogger Gi said...

tudo verdade.
ouro, prata, bronze; ouro, incenso, mirra. tudo junto.

tudo verdade.
belos poemas, um classicismo que esmaga (a beleza esmaga, quando é servida assim); melodias perenes, coisas que permanecem e vivem em nós.

tudo verdade.
ai, ai. que..

saudações a todos, ainda bem que gostaram desta 'jóia de família'.
gi.

segunda-feira, julho 02, 2007 6:30:00 da tarde  
Blogger A. said...

...azul.




(...)ou olhos tão meigos
de tristeza(...)

terça-feira, julho 03, 2007 5:04:00 da tarde  
Blogger Gi said...

azul é o meu reino.
mas o meu reino não é deste mundo.
'tristeza não tem fim, a felicidade sim'.

ouro azul
seja.

terça-feira, julho 03, 2007 6:15:00 da tarde  

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